Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Estava farto. Todos os anos nesta época as mesmas rotinas, brinquedos, papéis com falta de imaginação, embrulhos, laços, renas, trenó, fato. Sempre igual. Ou quase, pois que agora se via pendurado em janelas e varandas, colado a vidros, adornado em luzes, insuflado, a pilhas, com sino, sem sino. Só as músicas as mesmas de sempre.
E depois crianças, muitas crianças, tantas crianças, demasiadas crianças, e brinquedos, embrulhados, em papel com a cara... dele.
Olhou o fato em cima da cama. Era, seria, hora de partir. Não partiu.
Nesse ano não ia fazer de Pai Natal no Centro Comercial.



publicado por joao moreira de sá às 06:35 | link do post | comentar
|

2 comentários:
De Gingerbread Girl a 14 de Dezembro de 2009 às 11:54
:(


De matos camilo a 14 de Dezembro de 2009 às 13:34
Muito bom. Excelente texto. Mais uma vez (se calhar é a primeira vez que os dou) os meus parabéns.
Abraço.


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