Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Nunca entendera aquele fugir da chuva já depois de encharcados. Mantinha o mesmo passo, abrandava até. Nenhuma diferença afinal que não a de lhe permitir contemplar os pingos a cair, as gotas a rebentar no chão, os reflexos nas poças como aquela em que viu o seu rosto.
Era então ali que a alma dela morava.



publicado por joao moreira de sá às 11:25 | link do post | comentar

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