Segunda-feira, 5 de Agosto de 2013

Todos os dias recordava com um arrependimento que o prendia a um prazer de memória, o dia em que a deixara ir. O dia em que ela lhe disse não querer ir. O dia em que não segurara a sua mão. O dia em que não pedira, fica. O dia que o faria viver alimentando-se de se's da imaginação do que nunca tendo sido, é um sítio mais bonito para viver. Um sítio onde havia ela.



publicado por joao moreira de sá às 12:48 | link do post | comentar

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